Porque eu preciso FALAR INGLÊS? Você tem que ler isso!

 

Minha teimosia sempre foi um dos aspectos mais marcantes em minha personalidade. Um dos meus maiores questionamentos ao longo de boa parte da minha vida foi: porque eu preciso falar Inglês?

Lembro bem quando minha mãe insistia para que eu fosse a aula de Inglês (isso já no Brasil, veja o resto da minha história no post Criança e Inglês: quando começar a estudar a língua inglesa?) e quase me “chutava” porta à fora. No way!– era a minha resposta.

A preguiça de pegar o material, colocá-lo na mochila e marchar em direção a escola de Inglês para simplesmente iniciar o processo de achatamento de bunda por no mínimo 1 hora enquanto um ser de um outro planeta desembolava o que eu chamava de “enrolation” era, para mim, uma puta sacanagem.

Um dia, um senhor muito engraçado disse ao meu pai “estava andando pela casa quando de repente soquei o joelho na quina de uma mesa, que dor terrível meu Deus! Me vinguei e tomei uma cachaça.”

Ora, nada demais até então. Cada ser humano se vinga da sua forma, ainda que se trate de auto-sabotagem. O velho tomava a cachaça dele e eu não fazia nenhum homework que a professora passava.

FALAR INGLÊS
Porque eu preciso falar Inglês: dúvida muito comum de quem estuda Inglês.

Eu sempre brinquei com minha mãe dizendo que a única razão de eu achar importante falar Inglês, era porque um dia eu seria astro de Hollywood. Ela, como toda mãe, concordava. Que mãe diria ao seu próprio filho “não delira menino”,  dadas as circunstâncias de resistência que eu a impunha. Bem verdade que há mãe que só falta quebrar a vassoura na cabeça do filho ao ser contrariada. O único alento que tenho hoje é que, apesar de eu não ter virado um super-star, ainda dá tempo. Como se diz, time is money.

Mas a história com o Inglês não pára por aí. Em meio às vassouradas e pileques somados a minha insistência em não fazer qualquer dever de casa, tudo ao meu redor parecia favorecer, ou melhor, conspirar para um contato com a língua inglesa ainda mais intenso.

 

Primeiro eu ligava o pc e conectava a internet discada para usar o ICQ, que mais tarde daria espaço ao MSN messenger. Depois eu rodava o programa eMule para fazer o download das minhas músicas preferidas, fazia quase um play list.  Isso tudo deliciando um hambúrguer que não podia faltar. 

Era e ainda são tantos os estrangeirismos me rodeando que, em um ponto dessa minha trajetória, dadas as brigas de foice com o Inglês,  comecei a questionar: por que dizemos assim e não assado em Inglês?

Foi a partir daí que meu interesse pela língua inglesa culminou em algo positivo que jogou toda a minha má vontade no lixo.

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Eu não estava mais na escola de Inglês com a professora ensinando o passado perfeito em Inglês associado ao passado simples. Estava vivendo o mundo de verdade. Porém, agora sob uma perspectiva muito mais crítica e prazerosa das coisas.

 

O Inglês que antes era visto como uma matéria do tipo Matemática e História, passou a ser algo habitual sem mesmo que eu percebesse. O melhor disso tudo foi que, apesar de eu não ter me dedicado às aulas da professora Adriana, eu tinha um conhecimento prévio que me ajudou a entender de sobremaneira todas as minhas dúvidas de nível “avançado” da língua inglesa com extrema facilidade. Ou seja, aceitei o óbvio, aprendi Inglês por necessidade.

Porque falar Inglês mudou a minha vida completamente

Hoje agradeço a minha falecida mãe todos os dias pelas vassouradas que ela me deu em forma de palavras porque uso Inglês 24 horas por dia/ 7 dias na semana. Thanks mom!

Preciso falar Inglês e ouvir Inglês o tempo todo, seja para investimentos ao operar na bolsa de valores, profissional (ao dedicar parte do meu tempo às empresas que possuo), intelectual (para estudar as matérias da universidade) e entretenimento, para me divertir assistindo às diversas séries e programas de TV.

Sem contar que tenho acesso às diversas informações de primeira mão quase que de maneira INSTANTÂNEA– informações essas lançadas em países de língua inglesa ou ao menos disponível em Inglês – sem ter que esperar a tradução para o Português ou aguardar a boa vontade de alguém para:

  • Indicar que a informação que procuro está disponível em Português;
  • Me dizer o que aquela informação quer dizer na minha língua;
Porque você também deve falar inglês

A liberdade, evolução e rapidez que o domínio da língua inglesa me proporciona são indescritíveis.

Em que pese o momento peculiar que passa o nosso país com expectativa de baixo crescimento, isso é passageiro como muitas outras crises. Se ainda assim, você não está convencido(a) do porque falar Inglês, listo abaixo alguns motivos porque você deve ser capaz de usar a língua inglesa como trampolim para o seu sucesso pessoal e profissional (leia-se financeiro!)

1. Chance de arranjar empregos mais bem remunerados,
angariar oportunidades de trabalho fora do país em empresas tanto nacionais quanto estrangeiras e abertura
de novas frentes comerciais para expansão do seu negócio próprio.
2. Compreensão e acesso a milhões de outras visões/explicações/ensinamentos/conteúdo mundo à fora, deixando de se restringir ao que brasileiros tem a dizer, mas ao que o mundo tem a nos ensinar.
 3. Oportunidade de conhecer e contactar estimados 1,5 bilhão de pessoas que falam Inglês não se limitando apenas aos 244 milhões de pessoas que supostamente falam Português.

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